bem..infelizmente vou ter de pedir desculpa por uma atitude menos correcta que uma pessoa teve mas que devia afectar-me apenas a mim e infelizmente afecta os mais novos!peço desculpa...
infelizmente nesta paroquia as pessoas acham que devem comentar assuntos com as crianças e ja avisei que na proxima vez (espero que nao se repita) elas apenas tem de dizer o que lhes disse.
Quanto ás "tarefas" que cada um desenvolve nas celebraçoes eu nas reunioes ja lhes expliquei...naturalmente vou falar de novo cm eles.
mais uma vez desculpem...
domingo, março 18, 2007
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3 comentários:
Todas as atitudes são correctas, depende do lado qe se vê. As crianças estão conscientes daquilo que devem fazer; não entendem é o que querem delas. E, assim, ficam exitantes; devemos ter a sensibilidade de as tornarmos mais conscientes daquilo que fazem (serenos e precisos nos seus actos). E como todos são adultos (á sua maneira) temos de respeitar as diferentes orientações... pois é na diferença que se encontra a solução. Que Deus ilumine o caminho da diversidade.
Infelizmente... os mais "novos" sabem muito bem quais são as tarefas que lhes são atribuídas; por isso não carece de qualquer revisão. o que eles não entendem é porque razão alguém que surge para ajudar à missa (com toda a legitimidade)em cima da hora, não fala com ninguém, e eles terão de delegar as suas tarefas a esse alguém? Esta é a questão. Quando está tudo distribuído não é justo ter de reformular tudo em cima da hora. Eles sabem o que estão fazer... e fazem-no bem. Obrigado!
Gostamos do grupo de acólitos... são uns amores e dedicados contra isso, penso que não há nada a dizer. Nenhuma critica a fazer. Eles têm noção das suas limitações, e lidam muito bem com esse facto; eles planificam e distribuem as tarefas consoante se sentem capazes. Mas não é bom para eles, que lhes tirem o gosto de participar activamente nas eucarístias. Eles têm uma missão; quem quiser tomar parte, das duas uma: ou vai às reuniões ou chega mais cedo para coordenar o que se vai passar durante a missa. Não pode ser de outra forma. Quem não quer que seja assim, faz chegar a sua voz de forma presencial(de cooperação ou discordância).O que é importante e construtivo é que aprendam uns com os outros; e que não se escondam sob a capa da "experiência". A experiência é algo que se adquire ao longo a vida; é um processo sempre em construção e renovação.Devemos ser humildes. Temos a nossa vida e os nossos contratempos... está tudo tão preenchido, não vamos arranjar espaço para mais inconvenientes.
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